A transição da era 2D para a 3D nos jogos foi um pouco como a transição de Hollywood do cinema mudo para o falado: um monte de estrelas foi do tapete vermelho para catar moedas na calçada praticamente da noite para o dia. Vários nomes gigantes da quarta geração descobriram que os polígonos haviam tornado seu conjunto particular de talentos fora de moda — e eu não acho que muitas franquias que antes eram blockbusters tenham sofrido tão duramente quanto Contra.
Quer dizer, a quinta geração não foi exatamente gentil com o nosso velho C flamejante, com CONTRA: Legacy of War e C: The Contra Adventure sendo... bem, certamente dois dos videogames já feitos. Vamos colocar assim.
Mas havia um problema real enterrado debaixo de toda aquela miséria: como exatamente você moderniza Contra para três dimensões sem perder aquilo que faz Contra ser Contra? Bem, essa era uma pergunta que a Konami claramente não sabia responder... e, francamente, nem eu.





EDIÇÃO 092 (Junho de 2002)
EDIÇÃO 003 (Junho de 2002)
EDIÇÃO 171 (Janeiro de 2002)
EDIÇÃO 081 (Maio de 2001)