Videogames são estranhos.
Quer dizer, você pensaria que alguns conceitos são por si só tão awesome que seria só programar o básico, embrulhar em uma premissa qualquer, e pronto—você tem um jogo. DINÓCEROS, por exemplo. São lagartos/aves gigantes que realmente existiram, fortes como um tanque com dentes do tamanho de espadas medievais. Eles são basicamente dragões com registro fóssil real. Como não seria a coisa mais fácil do mundo fazer um jogo sobre isso?
São DINÓCEROS. Não deveria ter nem como conseguir fracassar.
... e ainda sim, eles conseguiram.
Eu já cobri dez jogos de Jurassic Park neste blog, e nenhum deles é realmente incrível. Pior ainda: metade deles é simplesmente HORRENDO. E eu sei o número exato porque os pesadelos ainda me acordam no meio da noite, gritando banhado em suor. Eu joguei coisas as quais nenhum ser humano deveria ser submetido.
Certo, mas por que estou falando de dinossauros?
Porque Bruce Lee se enquadra exatamente na mesma categoria de "como alguém poderia possivelmente estragar isso?"
Porque sério gente... Bruce Lee.
O homem está morto há mais de cinquenta anos e ainda assim eu nem preciso explicar quem ele era, esse é o tamanho dele. Sua influência é tão enorme que seu nome se tornou sinônimo de artes marciais. Ele revolucionou a filosofia das artes marciais, tornou-se um dos atores mais conhecidos do planeta, inspirou inúmeros atores, atletas e personagens de jogos, e indiscutivelmente fez mais do que qualquer outro para apresentar o kung fu ao público ocidental. Se você pedir para alguém imaginar "o maior artista marcial de todos os tempos", não tem muito como a resposta não ser Bruce Lee.
Então fazer um videogame sobre ele deveria ser fácil, certo?
Aparentemente, não.








































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