Sabe o que me traz alegria genuína nessa experiencia miserável e pessimamente testada antes do lançamento que chamamos de vida? Aprender de onde as coisas vieram. Não faz muito tempo, por exemplo, que eu escrevi sobre HITMAN: Codename 47, e embora hoje todo mundo conheça nosso assassino careca favorito, com tatuagem de código de barras e mortes estilo Premonição, bem menos pessoas sabem de onde ele realmente veio. E deixe-me dizer: o primeiro jogo é muito menos "Hitman" do que você esperaria. É mais parecido com um FPS padrão do final dos anos 90 que usava disfarces como uma mecânica de furtividade, mas o jogo não é realmente muito focado nisso. É só uma ferramenta de gameplay em meio a tantas outras. O DNA estava lá, com certeza, mas foi preciso mais de um jogo para nossos bons e velhos desenvolvedores da IO Interactive coçarem suas mandíbulas financiadas pelo sistema público de saúde dinamarquês e pensarem: "Hmm... talvez isso devesse ser o foco."
Tá, mas por que estou falando de Hitman? Bem, porque outra franquia muito querida seguiu quase exatamente o mesmo caminho. Hoje, quando você pensa em Burnout, você pensa em batidas espetaculares, empurrar adversários na contramão, acumular pontos por dirigir como um maníaco homicida, e o espetáculo profundamente satisfatório de uma engines sofisticada sendo usada exclusivamente para destruição veicular catastrófica. Você sabe, as coisas boas da vida. Mas então, se você está afundado o suficiente na cultura nerd para estar lendo este blog, provavelmente eu não preciso explicar Burnout para você.
Mas aqui está a coisa: eu conheci Burnout através de Burnout 3: Takedown, e como é o caso de muitas pessoas, aquele jogo é Burnout para mim. Então, quando eu finalmente fui jogar o jogo original de 2001 para essa review, esperava uma versão mais tosca e primitiva da fórmula. Menos polida, talvez menos caótica, mas ainda essencialmente o que eu entendia por Burnout.
... a realidade não é beeeeem assim.













































