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domingo, 17 de março de 2024

[#1256][Abr/90] SNAKE'S REVENGE

Okay, o caso de hoje é... peculiar. Ontem mesmo falamos da página da Super Game Power dedicada aos primeiros jogos da série Metal Gear. Só que o segundo jogo que eles falam é uma coisa tão bizarra, tem uma história tão anoma-la que eu decidi fazer um post separado para ele - logo vcs entenderão o pq e concordarão comigo.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

[#1232][Abr/90] PHANTASY STAR 3: Generations of Doom


Phantasy Star é uma série de RPGs bastante única e por isso eu quero começar dizendo que ela se enquadra na especifica categoria "eu deveria realmente amar essa série, mas a Sega tem uma dificuldade colossal em entregar um jogo redondinho e polido". E uma categoria bastante especifica, eu sei.

O que eu quero dizer com isso é que - contando esse jogo agora - tendo completado a quadrilogia de jogos para o Mega Drive, e olhando o que eu escrevi no papel sobre o conceito da série (vide as reviews de PHANTASY STAR do Master System e no Mega Drive PHANTASY STAR 2 e PHANTASY STAR 4: The end of Millenium), eu deveria amar PS... só que não amo.

Porra, eu gosto imensamente mais de sci-fi do que fantasia medieval, então uma saga de quatro jogos que se passam em um mesmo sistema solar no intervalo de 1000 anos a cada jogo? Que idéia mais pica, irmão! Imagina que foda, vc vai e salva o mundo e tal, e no próximo jogo que se passa dali a mil anos os seus feitos do jogo anterior são contados como lendas de heróis lendários! Porra, arrepiei!

Que ideia grande pica, irmão!

Então, é, no papel eu devia amar PS pra caceta... só que na prática não. E nem é porque os jogos são ruins, o primeiro PHANTASY STAR do Master System batia de frente (e não raramente ganhava) dos RPGs de Nintendinho como Dragon Quest e Final Fantasy 1 em algumas areas... mas então entregava uma dificuldade inaceitavel (mesmo para os padrões da época), os menus eram abusivamente clunky (mesmo para os padrões da época), os picos de dificuldade eram fora de controle com inimigos de nivel infinitamente mais alto do que aquele ponto do jogo andando pelas areas como encontros aleatórios raros pra te wipar em um golpe (o que mesmo para a época era uma filha da putisse) e a história beirava o inexistente (isso sim era bem comum para a época).

Lançado dois anos depois em 1989, PHANTASY STAR 2 igualmente é um jogo surpreendente para sua época, e pensando bem até eu diria que a esse ponto é o RPG mais avançado do mundo. Infelizmente não foi apenas em sistemas e gráficos que o jogo avançou, mas também em dificuldade, necessidade de grinding e picos de dificuldade, fazendo desse um dos jogos mais dificeis de todos os tempos.

Então essa é a coisa, a série Phantasy Star sempre é tecnicamente impressionante mas nunca é realmente divertido de jogar. Minha reação de pegar um PS nunca é de empolgação, mas sim de "ai meu deus, não vai ser fácil mas vamo lá né...". O mais perto que um Phantasy Star chegou de ser um jogo top top dos top top pra mim foi PHANTASY STAR 4: The end of Millenium, se ele tivesse saído pra Sega CD e recebido o tratamento que LUNAR: The Silver Star Story recebeu no remake para PS1/Saturn pela Working Designs... foi quase QUAAAASE, mas não foi.


Ainda sim, eu gosto de Phantasy Star mais do que Dragon Quest, se isso serve de alguma coisa - o que não é muito, pq dos dois DQ que eu já joguei nesse blog meu santo não bateu com nenhum dele, nem e DRAGON QUEST 3: The Seeds of Salvation nem DRAGON QUEST 6: Realms of Revelation. E bem, agora que recapitulamos a franquia até então, podemos falar do ultimo jogo de PS que falta: Estrela Fantasia 3 - Geração da Perdição...

... que frequentemente é citado pelos fãs da série como o pior Phantasy Star ever. O que, saibam vocês, é uma coisa extremamente positiva no meu livro. Quer dizer, se fãs da Sega completamente abominam esse jogo é porque algo certo ele está fazendo, né? Se caras que acham que SONIC 2 é um puta jogo não curtem muito esse, definitivamente isso conta pontos a favor deles não gostarem de PS3... né?

Então... por mais que eu goste de zoar a Sega, e por mais ainda que eu tenha como dever moral zoar os fãs da Sega, eu também tenho o compromisso de falar sério sobre as reviews desse blog (apesar de todos os meus defeitos) e por isso sou obrigado a dizer que os fãs da Sega estão certos, PS3 é de facto a ovelha negra da série e que não fosse o título, sequer seria reconhecivel como um Phantasy Star.


Isso é uma coisa necessariamente ruim? Não exatamente, o que eles tentam fazer não é nada ruim - com efeito, mesmo que não pareça Phantasy Star ainda sim é absolutamente brilhante. Ao mesmo tempo, enquanto as intenções são estelares (estelares, pq Phantasy Star, hã hã?)... sua execução... hã... vamos conversar sobre isso, ok?

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

[#961][Dez/90] ACTRAISER


De todas as desenvolvedoras de jogos, é dificil encontrar uma empresa com uma linha editorial mais clara do que a Nintendo. Essencialmente eles são a Disney dos videogames: seu negócio são conteúdos family friendly em que o objetivo primário é não ofender ninguém da mínima forma possível.

Isso quer dizer que os jogos de Nintendinho, e posteriormente de Super Nintendo, passavam por uma censura pesada na mão da Big N antes de serem lançados pq não podia incomodar nenhuma vovó que estivesse passando pela sala. O que resultou em coisas bizarras, tipo MORTAL KOMBAT ter sido lançado no Super Nintendo com cortes family friendly. Porra véi, fucking MORTAL KOMBAT, um jogo de luta fraco cujo todo o ponto do jogo é apenas sua violencia!

Acima a versão "family friendly" do Super Nintendo, enquanto no original o Sub-Zero arranca a cabeça com coluna e tudo

Porém não é apenas violencia que a Nintendo censurava, mas qualquer tema minimamente controverso. Não que em 1990 os jogos fosse veículos de discussões sociais ou nada do tipo, porém a Nintendo não corria nenhum risco e por exemplo qualquer simbolo levemente religioso era censurado no ocidente. Serião:

sábado, 11 de dezembro de 2021

[#789][Ago/1995] NINJA GAIDEN TRILOGY


Vivemos hoje uma era em que é fato bem sabido e documentado que poucas coias vendem mais seguramente do que nostalgia. Se algo fez sucesso no passado, apenas meta uma embalagem novas e venda de novo porque as pessoas vão pagar para reviver "os bons e velhos tempos" - que frequentemente não são nem remotamente nem tão bons ou sagrados como vc lembra. Não, sério, Ghostbusters e Indiana Jones não são tão incriveis quanto vc lembra que são - são legalzinhos e tá bom.

Agora, sabe qual é a primeira memória de alguém tentar algo desse tipo de fazer uma grana em remakes? Da Nintendo. Pois é, a Nintendo que nunca lança um jogo ruim (pelo menos até agora) decidiu "hm, vamos dar uma mão de tinta em jogos antigos e vender de novo pq foda-se!". E quer saber? Porque a Nintendo é a fucking Big N, acabou ficando muito legal. Não, sério, SUPER MARIO ALL-STARS ficou bem legal mesmo: pegaram os jogos do Mario do NES (os três dele) e refizeram os gráficos, trilha sonora e deram uma guaribada na jogabilidade para serem um jogo de SNES de 1993. Algumas edições ainda adicional Super Mario All-Stars, fazendo esse jogo uma escolha sólida para qualquer dono de SNES. Três bons jogos do Mario (as vezes 4) com gráficos, musica e controles dignos de SNES? Fuck Yeah! SUPER MARIO ALL-STARS é um excelente remake.

Mas aí é que as coisas ficaram loucas: em 1995 a Tecmo olhou isso e ficou pensando "hey, nós podemos fazer isso que a Nintendo fez. Quer dizer, pegar três jogos de NES e dar um tapa pra fazer eles parecerem jogos de SNES? Easy breezy, lemon squeeze!".

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

[SEGA CD] POWERMONGER (originalmente lançado no Amiga em 1990)[#598]


 Em 1992 algumas pessoas já haviam visto o potencial dos jogos 3D para os videogames... exceto a Sega, é claro... e tentaram fazer isso acontecer. Claro que o hardware disponível na época não era sequer perto do necessário e tivemos experiencias tenebrosas nível RACE DRIVIN. Uma das pessoas que ficou fascinadas por essa possibilidade foi o megalomaniaco e mitomaniaco dos games, Peter Mollyneux que estava em sua cruzada de fazer o jogo mais realista em níveis de complexidade que ninguém mais pensou.

Peter queria fazer um jogo 3D em 1992, mas meio que não tinha como isso funcionar com o equipamento da época. O mais perto disso que ele pode fazer foi pegar seu jogo pré-existente, o god simulator (em que você literalmente é Deus) POPULOUS e fazer uma versão simplficada dele: uma que o foco fosse apenas o combate. E como você já pode imaginar, "simples" não é uma palavra que Peter Molyneux realmente trabalha bem. Or at all.

Como o próprio Peter descreveu para as revistas da época quando estava promovendo Powermonger, "PowerMonger é essencialmente um jogo de guerra. Mas, ao contrário dos tradicionais jogos de tabuleiro ou de computador desse gênero, criamos algo que existe em tempo real, onde você pode fazer quase tudo o que quiser."

Em um Amiga, em 1992? De alguma forma eu tenho um mal pressentimento sobre isso.

sábado, 28 de novembro de 2020

[SEGA CD] RISE OF THE DRAGON (Novembro de 1993) [#568]



Tentar explicar o que é um "Film Noir" é uma tarefa bem difícil, mas curiosamente todo mundo meio que sabe estamos falando. O protagonista é um detetive durão, cínico, misantropo e sem esperança na humanidade (que invariavelmente fuma ou bebe pra caralho). A paisagem Noir padrão é uma cidade grande e opressora (filmada em ambientes escuros e sombrios para criar uma atmosfera). Cenários comuns a esse tipo de narrativa incluem bares mal iluminados, boates cheias de clientela questionável, antros de jogos, becos úmidos e o onipresente armazém decadente à beira-mar. À noite, na cidade grande, você pode apostar que as ruas estão molhadas de chuva, refletindo as luzes estereis da rua como uma pintura. É um mundo cão, onde a vida vale muito pouco. 

E se você estiver se sentindo ambicioso, ainda é uma história de detetive em que uma investigação criminal simples traz à tona a corrupção política, encobrimentos e conspiração nos níveis mais altos em uma cidade devastada pela tensão corrupção enquanto explora os impulsos odiosos e selvagens que sustentam o verniz da vida civilizada . 

terça-feira, 24 de novembro de 2020

[NINTENDINHO] CHIP'N DALE: RESCUE RANGERS 2 (Dezembro de 1993) [#564]



Então, Tico e Teco. Não apenas quaisquer Tico e Teco, e sim mais precisamente ainda ESSEs Tico e Teco:


Eu realmente gostaria de tirar um momento para refletir que alguém, de verdade, olhou esses personagens e pensou "como a gente torna esses personagens relevantes para os anos 90?". E a resposta foi, obviamente,  "Tico e Teco: Defensores da Lei". Sim, Tico e Teco. Defensores da Lei.

Como isso foi feito? Bem, deram um visual de Indiana Jones ao Tico e do Magnum ao Teco (referencia que totalmente vai passar pelo publico alvo, nenhuma criança dos anos 90 vai saber quem é o Magnum), tasca uma ganguezinha muito louca e tá feito o trabalho.


Não, sério, como, em que realidade isso deu certo? quer dizer, Chip'n Dale Rescue Rangers teve três temporada, 65 episódios... como? Apenas, COMO?

terça-feira, 7 de julho de 2020

[AÇÃO GAMES 036] JOURNEY FROM DARKNESS: STRIDER RETURNS (Mega Drive, 1993) [#426]

 


Então chegamos aquele momento muito especial de jogar o jogo que é capa dessa edição da Ação Games, e acho que não preciso me preocupar quanto a isso já que uma revista que preza pela sua credibilidade tem um cuidado criterioso sobre qual jogo colocar na capa, e sabe que sua reputação vai ficar eternamente manchada por colocar jogos que são uma bosta praticamente injogaveis...


... hã ...


... err...


... ah, fuck. To ferrado, né?

quinta-feira, 23 de abril de 2020

[#354][#355][#356][#357] SUPER MARIO ALL-STARS and [#1673] SUPER MARIO WORLD


Em 1993, a Nintendo percebeu que demoraria um pouco mais do que eles imaginavam até o próximo jogo do Mario ficar pronto. O próximo jogo seria Super Mario World 2: Yoshi's Island, que só seria lançado em 1995 e por isso eles acharam que precisavam de algo para manter a franquia viva no mercado - ainda mais porque a essa altura a Sega estava despejando jogos do Sonic como se sua vida dependesse disso (Sonic Chaos, Sonic CD, Sonic 3...). Porque estava, mas enfim.

Então Shigueru Miyamoto teve outra daquelas ideias que moldaria o mercado de games pelos próximos... bem, até hoje na verdade, e sem previsão de acabar um dia. Essa ideia foi relançar os jogos do Mario do Nintendinho para o console atual. Sim, a Nintendo inventou os remakes nos videogames, saiba você.

quarta-feira, 8 de abril de 2020

[AÇÃO GAMES 029] JERRY GLANVILLE'S PIGSKING FOOTBRAWL (Mega Drive, 1993) [#346]




O esporte mais popular do Brasil não possui uma Copa do Mundo, Olímpiada ou mesmo transmissão da Globo. Esta gigantesca modalidade esportiva anonima movimenta milhões de crianças todos os colégios desta por este florão da América, fulguras, iluminando o sol do novo mundo.

Estou falando, é claro, da nobre arte da "Carniça". Em primeiro lugar tenho que dizer que este nobre esporte atende por diversos nomes: quebra-osso, futepedra ou, o meu favorito, carniça.

Mas o que é a "carniça"? Bem, o que não é a carniça?

segunda-feira, 30 de março de 2020

[AÇÃO GAMES 029] THE COMBATRIBES (Arcade, 1990) [#342]



A Technos é conhecida por ter entrado na história dos videogames como a empresa que criou o beat'm up na forma como concebemos o genero hoje, com seus dois jogos ultra populares Double Dragon e River City Ramsom. Inclusive essa semana a Arc System Works (que tinha comprado os direitos da série depois que a Technos bateu as botas) lançou um spin-off da franquia, River City Girls

sexta-feira, 20 de março de 2020

[AÇÃO GAMES 028] SHADOW OF THE BEAST II (Mega Drive, 1993) [#336]




Jogos de Amiga são, como bem se sabe, a 8a praga de Deus disparada contra o Egito porque Deus é um cara com muito poder, não presta contas a ninguém e é mais pistola que o Pato Donald em um jardim de pecinhas de Lego - o que sempre é uma combinação fadada a dar merda.

Talvez a única coisa pior que jogos de Amiga são o meu texto sobre Shadow of the Beast 1, mas pelo menos eu posso argumentar que eu melhorei como escritor - algo do qual meu eu do futuro ri sonoramente neste momento.

Enfim, em 1993 o mundo foi cruelmente punido com Shadow of the Beast II e a única pergunta que podemos fazer é... o quão ruim pode ficar realmente?

Muito. Quero dizer, realmente muito mesmo. Pacas. Demais.

terça-feira, 10 de março de 2020

[AÇÃO GAMES 027] RAD MOBILE (Arcade, 1993) [#332]

 

Em 1992 a Sega já estava trabalhando no seu videogame de 32 bits, aquele que dali a alguns anos viria a ser o sucessor do Mega Drive - o Sega Saturn. Neste primeiros dias, no entanto, eles ainda não conseguiam fazer uma placa que rodasse jogos a 32 bits com um preço comercial de videogame ou que sequer custasse menos do que um carro. O que nos leva a uma questão: o que, exatamente, fazer com os prototipos que ficavam prontos mas eram caros demais para serem vendidos como consoles domésticos?



E essa foi a breve história do estagiário que teve uma boa ideia na Sega dos anos 90.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

[AÇÃO GAMES 020] SUPER BUSTER BROS (Arcade, 1990) [#292]

 
Ser um produtor de jogos é um grande desafio no sentido que ao mesmo tempo você tem que ser um artista, um técnico em programação e um homem de negócios. Não é para os fracos e frequentemente você tem que se esmerar em um desses três campos para ter alguma chance ao sol.

Em 1989, por exemplo, os caras da Mitchell Corporation (uma empresa japonesa, apesar do nome) tiveram uma ideia original: E SE nós criassemos um jogo de puzzle para ser sucesso com os americanos?

CHEGANDO SUA ENTREGA DE LIBERDADE, MOTHERFUCKER!

domingo, 3 de novembro de 2019

[AÇÃO GAMES 019] FOOTBALL CHAMP (Arcade, 1990) [#278]



Poucos jogos tem mais cara de infância para mim do que Football Champ. Isso porque quando eu era criança tinha um arcade de futebol na praia onde eu passei o verão. Eu lembro que era um jogo de futebol com personagens grandes, o narrador gritava alto e a bola era tão leve que parecia que estavam jogando com uma bola de praia. Mais importante que isso, você jogava com os times do campeonato italiano.

Bons tempos aqueles... mas então, a coisa é que obviamente eu era criança e não fazia ideia do nome do jogo... nem continuaria fazendo pelos próximos trinta anos. Sabe aquela sensação de ter um filme, desenho animado ou jogo no fundo da sua memória e você apenas não consegue lembrar dele mais do que consegue lembrar de um sonho?

Pois então, esse era o meu jogo.

domingo, 13 de outubro de 2019

[AÇÃO GAMES 018] BUGS BUNNY BIRTHDAY BLOWOUT (NES, 1992) [#272]



Oh, você ainda está aí? Não olhe para mim, eu sou uma vergonha da história dos videogames. Talvez meus dias de mestre supremo dos games tenha terminado após o terrível incidente Hook. Suponho que seja o meu fim.

Aqui, eu não acho que eu seja digno de falar deste jogo do Pernalonga, então vou deixar alguém bem mais qualificado do que eu fazer isso.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

[AÇÃO GAMES 016] STUNTS (PC, 1990) [#239]



Stunts é o melhor jogo ruim de direção que eu já joguei até hoje. Mas o que seria um jogo de corrida ruim que é bom? Simples: um jogo onde dirigir o carro, em si, é bastante desagradavel porém todo o resto é excelente!

ESPERA, COMO ASSIM "TODO O RESTO" EM UM JOGO DE CORRIDA?

Bem, é aqui que Stunts começa a ficar interessante...

domingo, 23 de junho de 2019

[AÇÃO GAMES 016] PARLOUR GAMES (Master System, 1987) [#238]



Videogames são capazes de nos permitir fazer coisas extraordinárias e fantásticas que jamais conseguiríamos fazer de outra forma. Como escalar e matar um kaiju de pedra de 60 metros de altura...


... socar a fuça de demônios em Marte...


... ou ser um super-herói que é capaz de trazer justiça para aqueles que, de outra forma, escapariam completamente impunes de seus atos horríveis.


Ou, para esse propósito de coisas impossíveis que você só vive através dos videogames, ter uma garota gentil, linda e inteligente que realmente gosta e se importa com você durante a sua adolescencia.


Eu... eu não estou chorando, você é que está! Mas bem, eu dizia que videogames são realmente capazes de nos proporcionar experiencias que jamais poderemos viver de outra forma. Ou, você sabe, a outra opção é reproduzir experiencias que você facilmente teria fora dos videogames e que na vida real é bem melhor do que usando um controle.

Foi isso que a Sega pensou quando encomendou a Compile (cuja sucessora hoje é responsável pelos jogos da série Hyperdimension Neptunia) esse jogo em 1987.

Então, o que é Parlour Games? Uma coletanea de três "jogos de salão" para você se deleitar com toda família no Master System: sinuca, dardos e bingo. Sim, você leu certo, motherfuking BINGO. Mas vamos por partes.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

[AÇÃO GAMES 023] CORPORATION (ou Cyber-Cop na América) [#223]

 

Sabe que dia é hoje, crianças? Apenas o meu tipo favorito de dia: dia de falar mal da Sega! O que acontece de ser todo dia, mas divago. Mesmo porque o jogo é uma porcaria porém feito com as melhores das intenções.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

[AÇÃO GAMES 022] RACE DRIVIN (SNES, 1992) [#205]


E então, como profetizado em eras a muito perdidas, chegou o dia em que as nuvens se abriram. Era a tão aguardada mensagem do Criador as suas criaturas. "Que mensagem o Senhor terá a todos nós?", muitos se indagaram, muitos espetacularam.

Enigmaticamente, um facho de luz celestial desceu dos céus. Ao tocar o solo um cartucho de Super Nintendo foi formado. Era Race Drivin. Sim, "Drivin", sem o G mesmo. Mas o que isso significa? O que o criador quis dizer com isso, o que possivelmente um cartucho de SNES significaria?

Curiosos, colocamos o jogo e então tudo ficou claro. A mensagem era bastante simples, na verdade: "FODAM SEUS TROUXAS E SUAS MÃES MANCAS, EU ODEIO TODOS VOCÊS!". Porque se algum jogo na história da humanidade transmite essa mensagem, é Race Drivin.