Mostrando postagens com marcador 1988. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1988. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de março de 2024

[#1258][Out/88] GHOULS'N GHOSTS

O tempo é uma coisa curiosa, hã? Em menos de uma semana estaremos completando sete anos de blog (e teremos um post super especial disso, tanto que se repararem o jogo 1254 está faltando), e não é que justo nessa semana voltamos a tona com a continuação de um jogo que saiu logo na primeira semana do blog?

Sete anos atrás aqui estava eu (figurativamente, eu mudei de casa duas vezes desde o inicio desse blog) falando de GHOSTS AND GOBLINS. Pois muito que bem, agora é a hora de colocar as coisas em ordem dado que existem três jogos nessa série, mas eu - jovem mancebo inexperiente nessa grande estada da vida - fiz uma confusão do caceta.

Eu não apenas falei do primeiro jogo quando deveria falar deste (em grande parte porque a Ação Games disse que era o mesmo jogo - o que não é, mas então na época eu não sabia que não dava pra confiar neles, era literalmente minha primeira semana nisso), como supus que Super Ghouls'n Ghosts era só um port e não um jogo inteiramente diferente como é o caso. Enfim, três jogos diferentes que eu assumi que eram tudo a mesma coisa e é hora de arrumar isso, eu te digo! E como eu já arrumei o post de GHOSTS AND GOBLINS, agora é hora da continuação e finalmente o jogo certo, CARNIÇAIS E FANTASMAS! 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

[#1038][Jun/88] ALTERED BEAST


Uma das benesses desse projeto é que, após mais de mil reviews se tornou quase uma segunda natureza entender como certas desenvolvedoras de jogos pensam.

OU SEJA, MAIS UM DIA PARA ESCULHAMBAR COM A SEGA, JÁ VI TUDO

Eu não escolho as cartas que me são dadas nesse jogo que chamamos de vida, Jorge. Bem, quer dizer, tecnicamente eu escolhi fazer isso mas vc entendeu a ideia. Seja como for, sim, vamos falar da Sega porque o jogo de hoje não tem como ser mais iconico do Mega Drive mesmo que tentasse... o que ele tentou fazer, é meio que todo o ponto aqui e eu não tenho muita certeza da onde estou indo com isso... mas enfim, estou falando do jogo que antes de SANIC DE RÉDIRROGUI era o jogo que vinha com o Mega Drive na caixa.


Isso quer dizer que quando uma criança chegava em casa da loja e finalmente poderia desfrutar do seu epifemural videogame de DEZESSEIS BITS!!! (não que alguém soubesse o que são bits na época, ou mesmo hoje), o escolhido pela Sega para dar a essa criança um gosto do que o seu videogame era capaz de fazer não era outro senão BESTA ALTERADA - o port do arcade de 1988.

E é aqui que entra minha expertize, meu connosseuir, meu crem de l’crem, para entender como a Sega pensava.

ESSAS EXPRESSÕES NEM SEQUER... DEIXA PRA LÁ, EU NÃO SEI PQ EU AINDA TENTO...

sábado, 17 de dezembro de 2022

[#1013][Fev/88] DRAGON QUEST 3: The Seeds of Salvation


Dragon Quest 3 é o PHANTASY STAR 2 de Super Nintendo.

E com isso minha review está feita, até mais gente boa!


... oh, vocês ainda estão aí? O que mais vocês querem de mim? O QUE MAIS VOCÊS QUEREM DE MIM?!? 

domingo, 9 de maio de 2021

[SEGA CD/PS1/SAT] SNATCHER (Novembro de 1988) [#683]


Uma coisa que eu digo frequentemente aqui é que videogames são a mais complexa das midias narrativas, no sentido que existem mais camadas na produção dela do que em qulquer outra midia. Isso é bom porque é o que torna videogmaes únicos, afinal, porém tem o downsize de que ser uma midia complexa acaba se tornando engessada pela sua própria natureza.

É tão dificil apenas fazer o jogo funcionar sem que ele imploda em uma pilha de bugs, e em fazendo ele funcionar existem tantas variaveis tão completamente discrepantes umas das outras que videogames frequentemente não se permitem ser autorais. Não tem como fazer "um código de programação na mão, uma ideia na cabeça", não é tão simples assim fazer um jogo para passar sua visão artistica de alguma coisa.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

[#354][#355][#356][#357] SUPER MARIO ALL-STARS and [#1673] SUPER MARIO WORLD


Em 1993, a Nintendo percebeu que demoraria um pouco mais do que eles imaginavam até o próximo jogo do Mario ficar pronto. O próximo jogo seria Super Mario World 2: Yoshi's Island, que só seria lançado em 1995 e por isso eles acharam que precisavam de algo para manter a franquia viva no mercado - ainda mais porque a essa altura a Sega estava despejando jogos do Sonic como se sua vida dependesse disso (Sonic Chaos, Sonic CD, Sonic 3...). Porque estava, mas enfim.

Então Shigueru Miyamoto teve outra daquelas ideias que moldaria o mercado de games pelos próximos... bem, até hoje na verdade, e sem previsão de acabar um dia. Essa ideia foi relançar os jogos do Mario do Nintendinho para o console atual. Sim, a Nintendo inventou os remakes nos videogames, saiba você.

domingo, 10 de novembro de 2019

[AÇÃO GAMES 019] JORDAN VS BIRD: ONE ON ONE (NES, 1988) [#280]



Em 14 de novembro de 1986 aconteceu aquela que seria um dos maiores confrontos do basquetebol de todos os tempos. Isso porque o Chicago Bull enfrentou o Boston Celtics pelos playoffs elinatórios da NBA daquele ano e o que tinha de tão especial nessa partida era a estrela de cada time.

Pelo lado do Boston Celtics, Larry Bird. O maior arremessador da história do basquete, capaz de acertar cestas de fora da area com os olhos fechados e fazer mais de 40 pontos sozinho em um jogo apenas porque sim. Não houve um único ano da sua carreira profissional de DOZE ANOS em que ele não tenha figurado na seleção do campeonato.

Pelo lado do Chicago Bulls, Michael Jordan. Michael "Air" Jordan, imparavel dentro do garrafão. Apenas o maior de todos os tempos ao ponto que ele tem um filme com o Pernalonga. O Pelé tem um filme com o Pernalonga? Pois é, foi o que eu pens...

Não, mas ele tem um filme com o Stallone em um estádio nazista.
Ok, eu não posso argumentar contra isso...

... mas continuando, então, Bird vs Jordan foi um dos maiores acontecimentos esportivos de 86. O que significa, é claro, que era a oportunidade perfeita para um joguetezinho maroto de U$60 (quase U$140 corrigido para os valores de hoje) porque é isso que os jogos custavam.

E como fazer isso, como capitalizar todo talento e carisma do melhor de todos os tempos contra um dos TOP 5 em apenas um jogo de 1988?

Fazendo ele uma sequencia de minigames que você já vai ter jogado todos e enjoado em menos de 5 minutos, é claro!

QUE? Apenas... o que?!

domingo, 12 de maio de 2019

[AÇÃO GAMES 015] CYBORG HUNTER (Master System, 1988) [#221]



O  ano é 2242. Ciborgues ameaçam tomar toda galáxia, líderados pelo maligno ciborgue do mal Vipron. Não se sabe porque Vipron acumula tanta malignidade, porém ter um nome que parece genérico de Viagra deve ser algo com isso.

De qualquer forma, apenas um homem ousa desafiar o jugo de Vipron... o que me parece  bastante injusto, já que se ele é o único que está se mobilizando contra isso então todo o resto da galaxia está de boa com a ideia? Bem, seja como for, este é PALADINO, caçador de ciborgues, o campeão da justiça e de entrar desarmado na base inimiga. Agora contando apenas com seus punhos e extremamente limitados poderes psiquicos, PALADINO deve avançar pelos oito labirintos de Vipron, conquistar equipamentos e chaves de acesso até derrotar o vilão do mal que odeia o bem.

E se essa história parece meio brega e algo que alguém escreveu em um guardanapo (logo abaixo de "Nagini era uma mulher asiatica") faltando cinco minutos para entregar o prazo... é porque foi mesmo. Originalmente Cyborg Hunter foi lançado no Japão como Chōonsenshi Borgman, um jogo baseado no anime de mesmo nome. Como nem fodendo tamancas molhadas que a Sega ia pagar a licença de uso de um  anime que tinha sido foi lançado nos Estados Unidos (vindo a ser oficialmente distribuido apenas em 2004, com o nome de "Sonic Soldier Borgman"), Borgman virou Cyborg Hunter mesmo

quarta-feira, 20 de março de 2019

[AÇÃO GAMES 021] CAPTAIN TSUBASA (Tecmo World Cup no ocidente) [#197]

 

Animes de esporte são, indiscutivelmente, uma das maiores criações da humanidade. Logo atrás da penicilina e das coxas da Rikka, nessa ordem. Mas o que são animes de esporte? Bem, em algum momento dos anos 80 um japonês olhou todos aqueles mangas de luta com dialogos enormes em cenas que deveriam durar milésimos de segundo, ataque especiais, poder da amizade, você sabe a rotina.

Então, depois da décima dose de saquê vencida ele pensou "E SE, veja bem, E SE nós usassemos isso... em um jogo de futebol?!?". Seus colegas de trabalho, que só queriam aproveitar a folga de 20 minutos entre os turnos de 23h40m de um típico salaryman japonês apenas o mandaram ir para casa porque ele obviamente estava bebado. Toshio então se dirigiu para o cybercafé onde ele morava mas anotou a ideia antes de desmaiar de cansaço e solidão.

Muitas outras coisas aconteceram e resumindo a história, isso acabou virando um manga e por conseguinte um anime, sendo deste genero o mais famoso Captain Tsubasa - que passou no Brasil sob o nome Super Campeões.

Agora, você pode se perguntar como EXATAMENTE um anime de esporte pode conviver com os clichés dos battle shonen? Muito simples:

terça-feira, 5 de março de 2019

[AÇÃO GAMES 020] NINJA GAIDEN (NES, 1988) [#192]


Videogames, hoje, são conhecidos por terem horas (as vezes dezenas) de cutscenes mostrando personagens, contando histórias, tentando fazer com que nós importemos emocionalmente com aqueles bonequinhos virtuais. Claro, a imensa maior parte deles é uma merda e muito frequentemente essas histórias são escritas e dirigidas por programadores e não autores ou diretores de verdade, mas enfim, de vez em quando, aqui e ali, nós temos um Nier: Automata, um Metal Gear Solid ou um Spec Ops: The Line.

É assim que videojogos são, mas eles não foram sempre assim. Videojogos nasceram como brinquedos, e eram vendidos como brinquedos em lojas de brinquedos. Isso quer dizer que, obviamente, eles não tinham nenhum esforço em sua parte artistica ou narrativa - no máximo o esforço era para fazer o jogador achar bonito, não para sentir coisas. Em Super Mario Bros. o objetivo era resgatar a princesa porque, sei lá, tinha que ter um objetivo eu acho. Em Double Dragon o objetivo era resgatar a namorada de um dos irmãos Lee (que no final lutariam para decidir quem ela namora, isso parece tão certo nos dias de hoje...) porque ... tinha que ter um objetivo. Eu acho.

Então, em 1988, houve um jogo que mudou tudo. Que mudou todas as regras dos videojogos e sua relação com narrativas e as coisas nunca mais seriam as mesmas. Um dos jogos  mais importantes da história dos videogames.

Mas nossa história começa em 1987, quando uma empresa relativamente desconhecida chamada Tecmo lançou um arcade não particularmente digno de nota chamado "Ninja Ryukenden" (Legend of the Ninja Dragon Sword) e era um gun'n gun em que um ninja corria em linha reta socando cultistas do mal que odeiam o bem para impedir o apocalipse.



Ninja Ryukenden não era muito diferente de jogos como Rolling Thunder em que o objetivo era seguir em frente enquanto o jogo tentava tudo que era possivel para comer suas fichas, e como tal não foi um sucesso tão grande assim.

domingo, 27 de janeiro de 2019

[AÇÃO GAMES 013] THE FLINTSTONES (Master System, 1992) [#184]


Eu sei exatamente o que você está pensando: "Sabe o que falta na minha coleção de games? Um jogo com um bebê comendo tinta na capa!". Bem, tema não mais, meu excentrico amigo!

Sabe, eu andei pensando bastante e, depois de ter sido positivamente surpreendido por Asterix como um dos melhores jogos de plataforma que eu já joguei, suponho que seja justo eu dar uma chance melhor ao Master System. Talvez o console de 8 bits da Sega não seja tão ruim assim, afinal, e talvez que tenha tido um na infancia não tenha sido adotado em uma liquidação, afinal. Talvez.

Então, de posse de toda minha fé, vamos para o próximo jogo da Ação Games 013: The Flintstones para o Master System. Eu não falei muito sobre a versão de NES, porque eu aproveitei mais para falar sobre os Flintstones em si, mas é um jogo bastante decente. Variedade de fases, controles decentes, copia boas ideias dos melhores jogos do NES (sério, copia mesmo Mega Man, Castlevania e Mario 3), é um jogo totalmente ok.

Imagino que se não tão boa assim, pelo menos a versão de Master System pode ser bastante agradavel, porque não? Me sinto como um novo homem, pronto para uma nova vida sem preconceitos com o console da Sega.

Isso sendo dito, vamos ao joguim!


sábado, 8 de julho de 2017

[AÇÃO GAMES 008] SILKWORM (NES) [#074]



Duas perguntas que você deve se perguntar ao iniciar um shoot-em-up (o popular "jogo de navinha"): 

1) apresenta um conceito único / interessante que melhora a natureza repetitiva do gênero? 
2) estimula o bullying para com seu colega de jogo de formas novas e criativas? 

Se a resposta a ambas as perguntas for "sim", há uma chance de noventa por cento de que o shmup que você está jogando será satisfatório. Silkworm é bem sucedido em ambos os aspectos.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

[AÇÃO GAMES 007] AMERICAN BASEBALL (ou Reggie Jackson Baseball) [MASTER SYSTEM] [#072]



Uma das coisas que sempre me incomodou em  jogos de baseball é que rebater costuma ser divertido - até porque é quando você consegue marcar pontos - mas arremessar costumava ser um saco. Pois bem, American Baseball (ou qualquer nome que tenha sido usado, tem um nome para cada região) resolve isso fazendo a parte de arremesso ser realmente divertida.

Isso costuma ser um bom sinal.

sábado, 13 de maio de 2017

[AÇÃO GAMES 007] TOMMY LASORDA BASEBALL (ou Super League Baseball no Japão) [#052]



Seguindo a série de "jogos genéricos de esporte que ganharam nome de uma celebridade para vender melhor nos EUA" temos Super League Baseball, que nos US and A virou o jogo do tiozinho que parece o Bill Clinton fora de forma

É meio estranho ligar o jogo e ser cumprimentado por esse camarada sorridente que eu não faço a menor ideia de quem seja mas sinto como se devesse conhecer, afinal até fizeram um jogo dele, não é?

[AÇÃO GAMES 007] CYBERBALL (Mega Drive) [#050]



Uma das coisas que eu nunca vou entender é porque futebol americano não é popular por aqui. Quer dizer, é um esporte altamente tático onde você pula em cima de pessoas, o que há para não gostar, não é mesmo?

Melhor que isso só se fosse com... robôs gigantes! Fuck yeah!

sábado, 22 de abril de 2017

[AÇÃO GAMES 005] PSYCHIC WORLD (Master System) [#034]



A primeira vista, PW parece um clone de Mega Man. E um bem ruinzinho, na verdade. Os pulos são toscos e seu tiro é uma biribinha furada. Entretanto se você der uma chance a ele, vai acabar se deparando com um dos jogos mais legais de Master System que eu joguei até aqui.

[AÇÃO GAMES 005] GOLVELLIUS: Valley of Doom (Master System) [#032]



Contratualmente impedida de contar com o apoio de empresas terceirizadas para criar jogos para o seu Master System devido aos contratos de exclusividade da Nintendo, o videogame da SEGA jamais veria a luz de jogos como Final Fight ou Final Fantasy. O que a SEGA podia fazer era comprar a marca e lançar o seu próprio jogo (foi assim que Ghouls'n Ghosts saiu para Mega Drive mesmo sendo um jogo da Capcom) ou então lançando o seu genérico.

Se a Nintendo tinha Mario, a SEGA lançou Alex Kidd. Se a Nintendo tinha Final Fantasy, a SEGA lançou Phantasy Star. E se a Nintendo tinha Zelda, a SEGA tentou a sorte com Golvellius. O fato que você provavelmente nunca ouviu falar deste diz muito como isso terminou...

sexta-feira, 14 de abril de 2017

[AÇÃO GAMES 004] FORGOTTEN WORLDS (Mega Drive) [#024]



Um belo dia os executivos da Capcom estavam voltando da academia, ainda doidões de maromba, e tiveram esse iluminado dialogo:

- Mano, cê viu esse jogo novo da Konami?
- O que? Aquele tal de Contra?
- É, esse! Totalmente frutinha cara! Sabe o que faria esse jogo totalmente macho?
- Se ele fosse NO ESPAÇO, VÉI!
- Mano, tu me entende totalmente! Agora vamos pegar nos peitos durinhos um do outro!

Ok, pode não ter sido EXATAMENTE assim que Forgoten Worlds nasceu, mas é a melhor explicação que eu consigo pensar...

sábado, 1 de abril de 2017

[AÇÃO GAMES 002] TRACK AND FIELD 2 (NES) [#020]



Esse jogo tem uma história interessante na Ação Games: ele saiu com o título de "Olimpic", só que não existe nenhum jogo com esse nome para o Nintendinho - até porque o correto seria "Olympic". Felizmente eles publicaram a desenvolvedora do jogo, a Konami, e com um pouco de google-fu eu pude identificar pelos gráficos de que jogo eles estavam falando.

O jogo em questão é Track and Field II - ou Hyper Olympics 2 no Japão. Agora sim, solucionado o mistério vamos ao jogo.