Doom 3 sempre me pareceu a entrada mais estranha da franquia porque, à primeira vista, ele parece ser o mais longe de Doom que você consegue chegar sem substituir a escopeta por uma enxada e chamar o jogo de Harvest Moon: Phobos.
A imagem icônica de Doom é a pura fantasia de poder sobre matar demônios. O Doom Slayer é o monstro que mamães-demônio dizem aos filhos-demônio que está escondido embaixo da cama. A premissa da coisa toda é olhar no olho do capiroto e dizer: “eu não estou preso no Inferno com vocês; vocês estão presos no Inferno comigo”. Você corria rápido, carregava armas suficientes para desestabilizar um governo e transformava salas cheias de demônios em molho bolonhesa enquanto guitarras MIDI berravam ao fundo.
Doom 3... não é isso.





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