Porque às vezes tudo isso valeu a pena.
Revirando a gaveta...
Procurando as primeiras linhas da review...
Ler review »Antes de começar esta review, eu gostaria de deixar registrado que não votei no Arthur para ser rei e, em última análise, acredito que mulheres estranhas deitadas em lagos distribuindo espadas não constituem uma base válida para um sistema de governo. O poder executivo supremo deriva de um mandato das massas, não de alguma cerimônia aquática farsesca. Quero dizer, você não pode esperar exercer poder executivo supremo só porque alguma vagabunda encharcada jogou uma espada em você!
Esclarecido isso, infelizmente, vamos à review.
Uau... agora ESSE é um filme estranho da Disney, se é que eu já vi um. Quer dizer, quando Lilo & Stitch — ou apenas “Disney Stitch”, como o Rato parece chamar depois de aparentemente demitir a Lilo da própria franquia, a recessão não poupa ninguém — passou nos cinemas pela primeira vez, eu estava NAQUELA idade e não poderia me importar menos com a Disney, porque eles eram aquela corporação gigante e sem alma cheia de QUADRADOS, enquanto eu era um adolescente descolado e maneiro.
[EU DUVIDO SERIAMENTE QUE ALGUÉM QUE USAVA A PALAVRA “QUADRADOS” EM 2002 FOSSE UM ADOLESCENTE DESCOLADO E MANEIRO]
Nos anos 80, havia uma forma praticamente garantida de imprimir dinheiro: mechas. Bom saber que, quase meio século depois, poucas coisas mudaram. Crianças gostam de ver naves e robôs gigantes fazendo coisas legais e, mais importante, gostam de azucrinar os pais até que uma daquelas peças específicas de plástico vá parar dentro de casa. Mais uma vez, poucas coisas mudaram. Abençoado seja o capitalismo.
Então, depois de um tempo afastados das atividades normais do blog enquanto estivemos ocupados reformando este decrépito blog de uma década de idade para fazê-lo parecer um decrépito blog de 2026 — e estou sendo generoso com a parte do “nós”, já que o Jorge sequer é real — finalmente estamos de volta.
Nós estamos muito de volta!
Estamos tão de volta, na verdade, que vamos comemorar nosso retorno com o quarto título principal do que acabou se tornando uma das franquias de RPG mais genéricas e esquecíveis a sair do PlayStation original.
... É claro que esse é o jogo do nosso retorno. Você achou que eu estava brincando do quanto somos decrépitos por aqui?
EDIÇÃO 003 (Junho de 2002)Sem júri, sem patrocinador e sem voto popular. Apenas uma longa sequência de decisões das quais eu assumo responsabilidade jurídica limitada.
← Voltar às postagensPorque às vezes tudo isso valeu a pena.
Escolhendo um dos bons.
Procurando as primeiras linhas da review...
Ler review »Porque alguns crimes contra videogames não prescrevem.
Desenterrando uma lembrança ruim.
Procurando as primeiras linhas da review...
Ler review »Porque o acaso dificilmente pode tomar decisões piores que eu.
Qualquer postagem do blog. Sem garantia, curadoria ou supervisão adulta.
Ler postagem »