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sexta-feira, 27 de maio de 2022

[#895][SNES/MEGA] CUTTHROAT ISLAND [Feveiro de 1996]


Eis aqui uma obra que eu tinha muita curiosidade de conhecer melhor, pq quando eu era criança tinha "A Ilha da Garganta Cortada" para Super Nintendo na locadora do meu bairro e eu aluguei uma vez. Era um beat'm up que eu consegui passar da primeira fase apenas uma vez - para morrer imediatamente na segunda. O que é uma merda, mas não é algo tão incomum assim na época, jogos que não foram feitos pra vc passar da primeira fase são um legado do Nintendinho que estava quase desaparecendo mas não totalmente.

Porém não é isso que me deixou curioso a respeito dessa obra e sim o filme no qual o jogo é baseado: esse filme entrou para o livro dos recordes como o maior fracasso financeiro da história do cinema - título infame que manteve até 1999 quando perdeu para o 13o Guerreiro, e ainda hoje é o quinto na lista de maior grana perdida em um filme com assombrosos 187 milhões de dolares de preju auferidos ao estúdio.


Agora a coisa curiosa a respeito disso é que eu lembro de ter visto esse filme na Tela Quente... e eu não lembro dele ser tão ruim assim. Aí então eu reassisti o filme para esse projeto e... pior que não é mesmo. Não é um filme tenebroso. É desinteressante? Sim. Podia ser cortado 30-40 minutos do filme? Deveria. Mas o maior flop de todos os tempos? Meh, podia ser pior.

O que aconteceu então?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

[#836][SNES/MEGA] VENOM - SPIDER-MAN: Separation Anxiety [Novembro de 1995]

Apenas quase 30 anos depois, eu descobri que esse jogo não se chama Spider-Man and Venom, é Venom TRAÇO Spider-Man. Que era bizarra em que o Venom vinha antes do Homem Aranha, aí anos 90...

Rapaz, os anos 90 foram uma coisa, né? Eu já disse aqui algumas vezes que enquanto eu até gosto da interpretação atual do Venom com o Tom Hardy puxando mais pra comédia, seu conceito original de ser um Homem-Aranha mais DARQUII TREVOSUUU E DU MAUUUU defitinitivamente não era o meu copo de chá.

E como isso deu tão certo (os anos 90 eram os anos 90, afinal), então a Marvel continuou empurrando o envelope e fez uma versão MAIS sangrenta, violenta e MAUVAUDONAAAA do Venom, que viria a ser o Carnificina. Como o nome pode dar a enigmática pista.


segunda-feira, 19 de abril de 2021

[SNES/MD] THE TICK (Dezembro de 1994) [#675]

Se tem algo que qualquer criança dos anos 90 poderá te dizer com propriedade sobre o maior fenomeno cultural do começo dessa década: Tartarugas Mutantes Adolescentes Ninja. No final dos anos 80 quando os quadrinhos deixaram de ser infantis para serem superseriões, violentos, cinicos e pessimistas com obras como Watchmen ou "O Cavaleiro das Trevas", dois caras tiveram a ideia de fazer uma paródia desses quadrinhos "adultões" com a coisa mais random que eles conseguiram pensar (tartarugas mutantes adolescentes que são ninjas), comicamente se levando super a sério.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

[SNES/MD] SPIDER-MAN AND VENOM: Maximum Carnage (Setembro de 1994)[#617]


Parece que estamos em um frenesi de jogos históricos aqui, nao? Logo depois do fundamental WAY OF THE WARRIOR que moldou a história dos videogames, eis que o jogo seguinte é igualmente famoso porém por motivos bastantes diferentes já que esse jogo nao é outro senao o mitico, lendário, único... JOGO BOM DA LJN!


A cena relevante a esse texto começa aos 12:33

Tenho certeza que eu me sentiria assim se eu encontrasse um jogo bom da Ocean, mas vamos ser honestos: isso nunca vai acontecer. Mas seja como for, será que o jogo not-shit da LJN é realmente not-shit? Isso é o que descobriremos hoje.

domingo, 25 de outubro de 2020

[AÇÃO GAMES 048] EQUINOX (ou Solstice II, no Japão) [SNES, 1993][#534]

 


Nossa história começa em 1990, quando a Software Creations (responsavel por perolas do mais baixo calibre como Spider-Man and the X-Men: Arcade's Revange e Terminator 2 ) fez um puzzle isometrico para Nintendinho chamado Solstice: The Quest for the Staff of Demons. Como este jogo é a continuação, acho prudente saber o que rola aqui.

Na véspera do solstício de inverno, Morbius, o Malevolente (com esse nome seus pais certamente esperavam grandes coisas dele) sequestra Eleanor, princesa de Arcádia, para sacrificá-la em um ritual se tornar o Barão das Trevas do Mal. De "o Malevolente" para "Barão das Trevas do Mal", eis um homem destinado ao bom caminho.

sábado, 3 de outubro de 2020

[AÇÃO GAMES 045] PLOK (SNES, 1993) [#511]




Sabe, eu não tinha pensado nisso até agora mas desenhar um personagem de videogame dos anos 90 é bastante parecido com ser um wrestler. Imagino que você também não tenha pensado nisso, BTW. Porque pensa só: você não tem grandes dialogos, ou sequer monologos, e as vezes raramente tem falas (com efeito, o Mario só viria a falar daqui a três anos onde estamos hoje na Ação Games, em Super Mario 64 de 1996).

Então o que você tem para conquistar o público? Seu carisma, basicamente. E isso é uma coisa muito difícil de quantificar, de explicar, embora seja muito fácil de reconhecer. Ou você tem, ou não. Quando você vê um Bubsy ou um Awesome Possum da vida, por exemplo, você sabe que quer espanca-los com um pau de virar tripa embora talvez não saiba dizer exatamente o porque. Você apenas sabe que quer (no caso desses dois que eu citei, que PRECISA).

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

[AÇÃO GAMES 039] MARIO IS MISSING (SNES e Nintendinho, 1993)[#480]




Existe uma coisa entre a "comunidade" (detesto essa palavra, mas suponho que ela sirva aqui) das pessoas que falam sobre jogos antigos que eu gosto de chamar de "AVGN Cascade". Funciona assim: quando o Angry Video Game Nerd fala mal de um jogo, brotam 8514,37 "analistas" descendo a lenha no jogo porque agora é oficialmente permitido falar mal dele.

Isso porque a cena retrogamer se divide entre os jogos "antigamente tudo era bom, perfeito e hoje TUDO é uma porcaria" e os jogos que é socialmente aceitavel falar mal - sendo ter um video do AVGN um grande divisor de águas nesse sentido.

sábado, 29 de agosto de 2020

[AÇÃO GAMES 053] MARIO'S TIME MACHINE (SNES, 1993) [#475]


Uma coisa que eu digo vez e novamente aqui é que um jogo deve ser julgado não pelo que você gostaria que ele fosse, mas pelo que ele é. Por exemplo, eu não gosto de jogos de navezinha, eu não consigo me divertir com shmups. Então seria apenas idiota eu analisar um shmup negativamente por ele ser o que ele é. Não, isso é retardado.

 Assim, eu não tenho um problema real com jogos educativos per se. É o que me diverte? Não. Eu compraria? Não. Mas eu tenho que analisar o jogo pelo que ele se propõe a fazer, que é ser um jogo educativo. Por isso é tipo um esporte olímpico na internet descer a lenha em jogos como MARIO IS MISSING, mas eu disse na época que ao que se propõe a fazer ele é um jogo realmente bem realizado.

sábado, 22 de agosto de 2020

[AÇÃO GAMES 040] BLASTER MASTER 2 (Mega Drive, 1993) [#468]


Eu só tinha visto tanto verde-limão assim até hoje em embalagem de detergente

Blaster Master é um jogo de Nintendinho de 1988, e como foi antes da época da Ação Games eu nunca joguei ele - embora já tenha ouvido falar. Este texto é sobre a continuação, Blaster Master 2, lançada para Mega Drive em 1993 porém como ele é uma continuação da história do primeiro, suponho que seja relevante contar a história do primeiro jogo.

Nah, eu só vou contar porque é uma coisa completamente biruta mesmo, vocês me conhecem.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

[AÇÃO GAMES 051] BEAUTY AND THE BEAST: Belle's Quest (Mega Drive, 1994) [#395]






Caham, mimimi... bem, Maestro, música por favor!


Videogames são
agradáveis de se jogar
Exceto se for quem
Não é amado por ninguém
Nem mesmo seus pais

Basta um olhar
e seu sonho de jogar um jogo bom já era
O coitado tem em um Mega Drive
Com jogos hediondos de som bosta, como este A Bela e a Fera

Um videogame assim...
...sempre é uma surpresa!
Sua ruindade quando vem, nada a detém
Não adianta nem rezar para a Madre Tereza!

Videogames ruins
Só nos fazem sofrer
Com novas sensações
Péssima detecção de colisões
E um ataque com alcance que só te faz morrer

Numa enganação
Se tem a Sega no meio já era
Videogames ruins são
Pulos lentos de montão
Como este A Bela e a Fera

Jogos do Mega Drive são
Penúria e sofreguidão
Tal qual este A Bela e a Fera!

Obrigado, maestro Jorge!

segunda-feira, 8 de junho de 2020

[AÇÃO GAMES 051] BEAUTY AND THE BEAST: Roar of the Beast (Mega Drive, 1994) [#394]





Caham, mimimi... bem, Maestro, música por favor!



Videogames são
agradáveis de se jogar
Exceto se for quem
Não é amado por ninguém
Nem mesmo seus pais

Basta um olhar
e seu sonho de jogar um jogo bom já era
O coitado tem em um Mega Drive
Com jogos hediondos de som bosta, como este A Bela e a Fera

Um videogame assim...
...sempre é uma surpresa!
Sua ruindade quando vem, nada a detém
Não adianta nem rezar para a Madre Tereza!

Videogames ruins
Só nos fazem sofrer
Com novas sensações
Péssima detecção de colisões
E um ataque com alcance que só te faz morrer

Numa enganação
Se tem a Sega no meio já era
Videogames ruins são
Pulos lentos de montão
Como este A Bela e a Fera

Jogos do Mega Drive são
Penúria e sofreguidão
Tal qual este A Bela e a Fera!

Obrigado, maestro Jorge!

sábado, 9 de março de 2019

[AÇÃO GAMES 020] SPIDER-MAN AND THE X-MEN: ARCADE'S REVENGE (SNES, 1992) [#194]


Um belo dia de verão de 1992, provavelmente numa terça-feira, alguém na temível e malfadada LJN teve uma ideia incrivelmente boa: hey, e se a gente fizesse um jogo com os heróis mais populares da Marvel nesse momento?

Obviamente que esse cara foi demitido no ato, porque a LJN tem um compromisso vitalicio de só lançar jogos merda, mas por um terrível acidente de logística essa ideia acabou indo para frente. Nascia assim "Spider-Man and the X-Men" e não tem como isso dar errado, certo? Quer dizer, é o fucking Homem-Aranha e os X-men juntos em um jogo, como isso POSSÍVELMENTE não seria épico?

Bem, a LJN... LJN never changes... Havia uma brecha para cagar tudo, e nessa brecha eles se agarrariam como se a sua vida dependesse disso, afinal uma reputação de jogos ruins eles tinham a zelar!

Ora, acontece que a Marvel tem uma galeria praticamente infinita de vilões a disposição para ser usada em seus jogos (isso se deu antes da distribuição de direitos dos personagens, isso é) e de todos os possíveis e incríveis vilões que eles poderiam escolher para antagonizar este jogo, é claro que a escolha obvia seria... ARCADE!

Espera, quem?

domingo, 30 de setembro de 2018

[AÇÃO GAMES 013] TERMINATOR 2: Judgement Day (NES, 1992) [#160]



Em 1984, James Cameron era um diretor (não) conhecido por seus filmes sci-fi trash de baixissimo orçamento e gosto menor ainda. Estamos falando de perolas do quilate de Battle Beyond the Stars e Piranha 2: The Spawning, filmes cujo apenas o título já dizem tudo que você precisa saber sobre a qualidade dos mesmos.

Sua sorte mudou quando ele escreveu e dirigiu O Exterminador do Futuro, cujo enredo do filme é bem simples (o que é parte do porquê o filme funciona tão bem): um robô do futuro está aqui para matar uma jovem garçonete, e outro viajante do tempo está aqui para impedir isso. Embora soe como sci-fi bem trash (tem robos, viajantes do tempo, faltou só um ninja e um zumbi aí no meio), Terminator acabou se revelando ficção científica do melhor tipo, utilizando cenas de ação muito bem dirigidas e um Schwarzenegger tinindo de tão em forma para contar uma história muito humana.

Então, em 1991, James Cameron conseguiu uma façanha que poucas pessoas até hoje conseguiram (e menos gente ainda se você não contar os produtores de Street Fighter 2): fazer uma sequencia melhor que o original. O vilão é mais perigoso (um exterminador muito mais avançado, feito de metal líquido e que pode tomar qualquer aparencia!), Schwarzenegger tem bem mais espaço para esbanjar todo seu carisma e as cenas de ação são melhores ainda. Sarah Connor foi promovida de mocinha a ser salva a badass da resistência, e o tema do filme é muito melhor trabalhado. Basta dizer que até hoje você não consegue falar de inteligencia artificial sem pensar na Skynet. Um belo filme por qualquer angulo que você olhe.

E um grande filme, é claro, pede por uma adaptação para videogames bem lixenta feita pela LJN, claro que sim, como não? Se o filme fez sucesso, pode ter certeza que o arco-iris da dor estará na caixa do seu Nintendinho.



Mas antes de começarmos os trabalhos, como de costume, uma espiada na introdução do jogo...

domingo, 26 de agosto de 2018

[AÇÃO GAMES 012] SUPER OFF ROAD (SNES, 1992) [#153]



Antes de adentrar as especificidades de Super Off-Road, queria apenas destacar uma das mudanças mais significativas entre a versão Mega Drive do jogo e o Super Nintendo. Aqui está a tela de prêmios que você vê depois de vencer uma corrida na versão do Super Nintendo:


E aqui está a do Mega Drive:


Eu suponho que isso faz sentido. O Super Nintendo tinha um hardware mais potente, então é totalmente possível que o Genesis fosse simplesmente incapaz de processar todas aquelas roupas sem travar ou ter uma desaceleração enorme. Então, novamente, outra explicação é que os designers estavam simplesmente tentando nos distrair através do uso gratuito de seios. É difícil dizer com certeza qual foi a motivação, mas estou inclinado a pensar que é o primeiro. É como Napoleão disse uma vez: "Nunca atribua à conspiração aquilo que pode ser adequadamente explicado pelos peitos".

Isso sendo dito, vamos aos trabalhos.